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A avaliação da incontinência urinária é feita de modo
semelhante à da mulher, ou seja, história clínica, exame
físico e estudo urodinâmico. Outros exames complementares
como uretrocistografia podem ser necessários em casos
específicos.
Nos casos de mau-funcionamento vesical (bexiga hiperativa),
o tratamento segue as mesmas recomendações do descrito
para mulheres portadoras deste tipo de incontinência. A
restrição de alguns alimentos irritantes vesicais, como
café, refrigerantes, alguns tipos de chá, condimentos
picantes e evitar o tabagismo são medidas úteis no
tratamento conservador. Quanto aos medicamentos, os
anti-colinérgicos são os de primeira escolha e têm
resultados razoavelmente satisfatórios.
Já a incontinência urinária de esforço no homem tem um
tratamento mais complexo e com resultados menos
satisfatórios que os obtidos no sexo feminino. Entre as
opções temos a injeção de substâncias no colo da bexiga ou
uretra para reduzir as perdas por compressão. Os
resultados com essa modalidade terapêutica ficam em torno
de 60%. Outra opção é a realização de uma cirurgia de
“Sling” nos moldes da correção da incontinência urinária
de esforço feminina. O tratamento considerado padrão para
este tipo de incontinência é o implante de esfíncter
artificial, sendo o AMS 800 o mais utilizado. As
limitações para o implante deste esfíncter artificial
estão no alto custo, necessidade de revisões freqüentes e
experiência profissional com esta técnica.
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